O “Tao” do Sexo

Base da filosofia chinesa, o Tao orienta os casais da mesma forma que a filosofia hindu: sexo não deve ser uma atividade rápida e feita de qualquer jeito. Pelo contrário, deve-se dedicar a ele tempo para melhor conhecê-lo, aprimorando a performance e atingindo o auge da satisfação. Mas sexo não é somente satisfação – segundo a filosofia, é saúde física e mental, é beleza e longevidade. Para o Tao, a harmonia entre o yin e o yang também existe no ato sexual, de forma que essa filosofia convida os amantes a desfrutarem um do outro na maior calma, sem pressa. São várias as posições e práticas sexuais a fim de estimular o fluxo de energia vital entre o homem e a mulher. O objetivo é cultivar ao máximo o prazer, tanto na qualidade quanto na quantidade. Não bastam, portanto, carícias sem a exploração dos sentidos: tato, audição, visão… Saboreie e se deixe saborear de todas as formas. O sexo será bem feito se ambos se sentirem plenamente realizados e satisfeitos após o ato sexual. Invista na preparação do ambiente: música, lençóis, lingerie, iluminação, velas, aromas, massagens, óleos – tudo deve ser arranjado para proporcionar um clima de relaxamento e de pura sedução. Se quiser incrementar ainda mais – aqui, excesso não é pecado! – espalhe pelo quarto recipientes com comidas afrodisíacas que auxiliem o despertar do apetite sexual. Preparado o ninho de amor, aí é só dar aquela longa e deliciosa brincada e, em seguida, atacar! Os chineses também sugerem que os casais levem para a cama literatura erótica, por serem superestimulantes. Os pombinhos devem folhear as páginas juntos, atentando para cada detalhe e ilustração. Mantenham a respiração pelo nariz, lenta e suavemente, relaxando e esquecendo do mundo ao redor – agora, é só você e ele! Pronto, dadas as dicas, é só eleger, junto com o parceiro, o “manual do casal”, e escolher com o bonitão as melhores técnicas que satisfaçam os dois. Depois, preparem-se para viver o sexo intensamente. Com calma, aos poucos, tentem novas técnicas, experimentem e agucem os sentidos na busca pelo prazer. Afinal, não há nada que não possa fica ainda melhor!

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